A Red Dunes Games e a desenvolvedora Bugblio Studio confirmaram a participação de LightSup! na Tokyo Game Show 2026. O jogo cooperativo poderá ser conhecido no evento no Hall 7, estande N03, no Makuhari Messe, em Chiba, no Japão.
Desenvolvido desde 2023, LightSup! tem lançamento planejado para o primeiro trimestre de 2027. O jogo chegará ao PlayStation 5, Xbox Series X|S, Nintendo Switch e PC.
A nova apresentação acontece após um período de testes e coleta de feedback desde a Tokyo Game Show 2025. Segundo as empresas, esse processo levou a mudanças no ritmo da aventura, na experiência do usuário e em recursos de qualidade de vida.
A proposta central continua sendo uma aventura cooperativa em masmorras, na qual os jogadores precisam trabalhar juntos para devolver a luz a um mundo preso em um eclipse permanente.
Mundo está preso em um eclipse permanente
Em LightSup!, um eclipse tomou conta do mundo e deixou a região em escuridão. Durante seu treinamento, um grupo de jovens aventureiros descobre a origem do fenômeno e percebe que o Altar da Luz é uma das últimas barreiras entre a população e as criaturas que avançam sobre o mundo.
Além dos monstros, os personagens também precisam lidar com os efeitos de uma era marcada pelo caos e pela possibilidade de uma espécie de loucura crescente.
A partir dessa descoberta, o grupo parte em uma jornada para entender o segredo por trás do eclipse e tentar restaurar a luz.
A narrativa é construída ao redor de amizade, coragem e descoberta, com diálogos e acontecimentos que acompanham a progressão dos jogadores.
Cooperativo para até quatro jogadores
A estrutura de LightSup! foi desenvolvida principalmente para partidas cooperativas. O jogo suporta de um a quatro jogadores, embora a equipe destaque que a experiência foi pensada para funcionar melhor quando compartilhada com amigos.
Os jogadores percorrem masmorras, enfrentam inimigos e tomam decisões em conjunto. A dinâmica muda conforme o tamanho do grupo: com dois participantes, o trabalho em equipe tende a exigir maior coordenação, enquanto quatro jogadores podem transformar as partidas em situações mais caóticas.
O modo solo também estará disponível.
Masmorras, cartas e desafios de inimigos foram desenvolvidos levando em consideração a experiência cooperativa, com progressão compartilhada e situações nas quais a colaboração entre os integrantes pode determinar o resultado de uma expedição.
Blessings e Curses mudam cada partida
Um dos sistemas responsáveis pela variação entre as partidas é baseado em Blessings e Curses, que oferecem modificadores com benefícios e consequências.
As Blessings concedem vantagens para toda a equipe. Entre os exemplos estão melhorias relacionadas à movimentação durante investidas e maior velocidade para realizar orações.
As Curses seguem uma lógica diferente. Elas podem oferecer recompensas e poderes maiores, mas também introduzem custos compartilhados. Uma maldição pode, por exemplo, ativar fogo amigo em troca de melhores recompensas ou fazer com que inimigos de elite apareçam periodicamente.
O sistema cria decisões de risco e recompensa durante as expedições. A equipe precisa avaliar se vale a pena aceitar uma penalidade em troca de uma vantagem que pode facilitar a progressão.
Progressão inclui personagens e melhorias
Cada partida também contribui para uma progressão mais ampla. Os jogadores podem desbloquear Party Upgrades, Character Upgrades, Blessings, Nightmare Challenges e novos personagens.
A progressão não fica limitada aos atributos de combate. Cada expedição também contribui para revelar partes da história e fortalecer os personagens e seus relacionamentos.
O objetivo final é chegar ao Eclipse Core e enfrentar a força responsável pela ameaça que paira sobre Lumineia.
A combinação entre progressão roguelite e narrativa significa que cada tentativa também funciona como parte da evolução geral da aventura.
Masmorras contam histórias pelo ambiente
A Bugblio Studio também pretende utilizar os cenários para apresentar partes da história sem depender exclusivamente de diálogos.
As áreas possuem identidades próprias. Um exemplo é a Living Forest, que inicialmente apresenta um ambiente tranquilo e cheio de vida, mas esconde restos de estruturas antigas que indicam acontecimentos de seu passado.
Outro local é o Ruined Castle, que utiliza uma ambientação mais teatral e concentra alguns dos encontros desenvolvidos pela equipe.
O jogo também terá ambientes menores que ajudam a contextualizar o mundo. Uma sala de ferreiro, por exemplo, não possui uma função mecânica importante, mas serve para mostrar como alguém vivia naquele local antes dos acontecimentos da história.
A ideia é recompensar jogadores atentos com detalhes sobre o passado do mundo por meio da própria exploração.
Cinco personagens fazem parte do elenco
A aventura contará com diferentes personagens, cada um com características próprias. Entre os nomes apresentados estão Timid Tim, Fyvana, Quill, Lala e Meyer.
Timid Tim é descrito como um personagem medroso que encontra coragem quando seus amigos precisam dele. Fyvana é uma viajante que aparenta ser brincalhona e esconde uma ligação com uma missão divina.
Quill é um jovem aventureiro que precisa enfrentar seu medo do escuro, enquanto Lala é uma personagem inteligente e direta, movida por curiosidade e lealdade.
Já Meyer é um bardo associado à música e à orientação dos jovens heróis durante a aventura.
LightSup! chega ao PC, PS5, Xbox Series X|S e Nintendo Switch no primeiro trimestre de 2027. Antes disso, o jogo será apresentado na Tokyo Game Show 2026, onde a equipe terá uma nova oportunidade de mostrar o resultado das mudanças realizadas após os testes e feedback recebidos desde a edição de 2025.









